Sobre a Célula Tronco

A evolução da medicina tem permitido o desenvolvimento de técnicas mais efetivas no combate a algumas doenças. Hoje, o grande destaque da ciência está relacionado com as pesquisas envolvendo células troncos. A principal vantagem destas células é o fato delas poderem se dividir e dar origem a diferentes tecidos.
Esta capacidade é ainda maior nas células mães encontradas nos embriões. Elas podem se desenvolver em ossos, músculos, nervos e sangue. Por causa desta característica, as células tronco estão sendo utilizadas em tratamentos terapêuticos contra problemas cardiovasculares, diabetes do tipo 1, traumas na medula espinhal, AVC (Acidente Vascular Cerebral), entre outros.
Além de estar presente no embrião, este tipo de célula também pode ser encontrado no liquido amniótico, na placenta, no cordão umbilical, na medula óssea, no sangue e até no fígado. Ele recebe o nome de acordo com a sua capacidade de divisão. Os termos mais utilizados são: células totipotentes, multipotentes, pluripotentes, unipotentes e oligopotentes.
A utilização das células tronco com fins terapeuticos e para a realização de pesquisas varia conforme a legislação de cada país. No Brasil, o Supremo Tribunal Federal permite o uso de células embrionárias, entretanto, o embrião deve ser inviável ou estar conlegado há mais de três anos. Em ambos os casos, os pais devem autorizar o manuseio.
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