Melhores redaçoes 2013

Saber quais as técnicas para fazer uma boa redação é essencial em vestibulares. Também é importante conferir as melhores redações.

MELHORES REDAÇÕES

Redações dissertativas costumam ser as mais cobradas.

As redações costumam contar bastante em exames como o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e em qualquer vestibular, chegando a ser mais importante até mesmo que a prova objetiva.

É importante que os vestibulandos dominem todas as técnicas para se fazer uma boa redação, principalmente aqueles que desejam passar em cursos concorridos, nos quais a redação costuma ser essencial para uma boa classificação.

Mais sobre melhores redaçoes 2013

Melhores redações 2013

MELHORES REDAÇÕES

Normalmente, recomenda-se que os vestibulandos deem uma olhada nas melhores redações do ano anterior para ter uma noção de como é a escrita correta de uma redação e também para ter uma base dos temas que podem ser cobrados.

Algumas universidades costumam disponibilizar um acervo com as melhores redações daquele determinado processo seletivo. Sendo importante que você confira alguns exemplos, principalmente se você vai prestar o vestibular daquela determinada universidade.

Tipos de redação

Sabemos que há vários tipos de redação. O tipo que mais costuma ser cobrado nos processos seletivos é a dissertação, mas devemos lembrar que também existe a narração e a carta.

Como fazer uma boa redação

MELHORES REDAÇÕES

A grande maioria das pessoas tem dificuldade na hora de escrever. Por isso, é importante conhecer todas as etapas da redação, o que facilita bastante quando temos que desenvolver um texto.

Também é necessário que a pessoa leia bastante, pois pessoas que tem o hábito da leitura tem um vocabulário mais amplo e conseguem usar as palavras corretamente dentro do texto.

Estar sempre atualizado também é uma necessidade dos vestibulandos, já que os temas da redação costumam ser referentes a assuntos do nosso cotidiano, onde conhecê-los mais afundo permite a colocação de melhores argumentos dentro do texto.

Exemplos de redações

Assim como já mencionamos anteriormente, diversos sites disponibilizam exemplos de redações para vestibulandos, onde os mesmos devem aproveitar essa “oportunidade” para conhecer um pouco mais sobre as melhores redações dos vestibulares. Entre as universidades que disponibilizam as melhores redações dos candidatos está a USP (Universidade de São Paulo), que tem seus vestibulares promovidos pela FUVEST (Fundação Universitária para o Vestibular).

Redação 01

Bruno Costa Magalhães

As doenças, assim como os danos causados pelo consumo de substâncias prejudiciais à saúde humana, têm relação, muitas vezes, com o comportamento do indivíduo. A prevenção desses males não pode negligenciar este aspecto: a atividade preventiva estatal pode ser interpretada pelo cidadão como uma interferência em seu modo de vida ou uma critica à sua própria personalidade.

As tensões que aí surgem podem determinar o fracasso de uma importante campanha, na qual comumente se investem milhões de reais, Intolerância contra fumantes, através da restrição ao hábito em locais públicos fechados e exposição de imagens de doentes no fundo de maços de cigarro, apesar de bem-intencionadas e econômicas (basta lembrar que o SUS gasta cerca de R$ 200 milhões por ano em tratamento de câncer relacionado ao tabagismo) não escondem uma clara crítica ao modo de vida de quem fuma.

Medidas preventivas antiobesidade estimulam mudanças na alimentação; agentes do Programa de Saúde da Família, em visita a residências mais pobres, muitas vezes fazem uma lista de novas tarefas para a família, entre elas uma série de hábitos de higienização do ambiente de convivência e do próprio corpo; campanhas de prevenção à Aids e às DSTs estimulam a diminuição do número de parceiros sexuais; enfim, há uma zona de permanente tensão quando o Estado entra em campo para cumprir seu dever de promoção da saúde pública.

Essa tensão deve-se, em grande parte, a uma interpretação do direito à saúde, garantido no art. 196 da Constituicão Federal, como um direito coletivo à saúde. Com isso, o indivíduo pode – argumentam alguns – ter sua liberdade parcialmente cerceada, seus hábitos modificados por campanhas persuasivas se isso for necessário ao bem comum.

Há de haver distinções. Se o comportamento individual alvo da ação preventiva do Estado inegavelmente afeta outros indivíduos que com ele convivem, permitindo a transmissão involuntária de uma doença, deve o poder público agir no sentido da conscientização preventiva, com campanhas aptas a alcançar esse fim. Contudo, se o comportamento individual apenas afeta pessoas conscientes dos seus atos, acreditamos que o Estado deve agir com mais cautela e preservar a individualidade.

Exemplo recente e controverso do primeiro caso foi a distribuição, pelo governo federal, de cartilha destinada a adolescentes, com o objetivo de ensinar-lhes a utilização da camisinha – vista por setores da sociedade civil como um incentivo à sexualidade precoce e um reconhecimento, pelo Estado, de que esse despertar somente será maléfico se não houver uso de preservativo.

Também o programa de redução de danos por uso de entorpecentes, consistente no seu uso monitorado, é alvo de críticas semelhantes: indução de comportamento.

É necessário que o Estado atue com rigor através de campanhas preventivas, de tratamento e de fornecimento de medicamentos. A informação deve circular o mais isenta possível de opiniões parciais e indutivas, com a frequência necessária e suficiente para permitir aos indivíduos a adoção das medidas pessoais que, plenamente conscientes, melhor se ajustarem à sua vida e à de sua família. Se for, além disso, o Estado corre o risco – já concretizado no alvorecer do século passado, no Rio de Janeiro, de ver contra si uma multidão insatisfeita e sufocada. No desencontro de boas intenções, muito se perde; perde-se a oportunidade de alcançarem, ambos os lados, aquilo com que sonham: uma saúde sustentável e uma liberdade saudável.

Redação 02

Do inferno para o céu

Jéssica Marcon Dalcol

Noite serena; o céu, tomado pelas luzes da cidade, as invejava. Queria exibir suas estrelas, mas os pontinhos luminosos lá embaixo não as deixavam aparecer. Um jovem solitário, à janela de um apartamento, observava a lua. Queria pegá-la. Debruçou-se sobre o parapeito e esticou os braços: não a alcançava, Insistiu até sentir a mão deslizar em falso e, assustado pelo perigo da queda, virou as costas para a janela. Deparou-se com um cômodo escuro; apenas um abajur aceso ao centro, proporcionando sombras psicodélicas ao redor. Demônios com as mais diversas faces escondiam-se, corriam, dançavam, enquanto os móveis tomavam formas estranhas. Sentiu o braço arder: era a seringa, há pouco usada a fim de encontrar mais uma vez aquele mundo, ainda espetada nele.

Seus olhos vagavam perdidos em meio àquelas ilusões quando, subitamente, se deparou com o retrato de sua avó – na verdade mãe, pois fora ela quem o criara desde a morte dos pais. Suas feições sorridentes derreteram, convertendo-se numa expressão macabra, de luto. E por que sorriria? Ali era o inferno; a morte envolvia o jovem neto, tomava seu corpo aos poucos com o que nós, mortais, chamamos de vírus. De repente vozes. O jovem, dominado por horror, encolheu-se ao chão e por entre as mechas seu cabelo negro jogado ao rosto, viu as criaturas demoníacas a encará-lo, dizendo “niguém mandou usar drogas”, “se tivesse ouvido sua avó”, “Aids? É merecido, seu drogado! Tá aí seu prêmio por...”. “Chega!”, gritou o garoto.

Sentia-se cansado. Cansado pela fadiga gerada pela doença, diagnosticada há alguns meses e, principalmente, cansado de sua solidão. Arrependera-se de usar drogas, mas o vício era mais forte que ele e mais forte ainda era o preconceito vivido após contrair Aids. Pagava seus pecados através da doença e suportando os olhares alheios a condená-lo, a contemplar sua desgraça como merecida. E não suportando toda a condenação, recorria à seringa novamente. “Cadê a seringa?” Encontrando-a, injetou novamente a droga. Em sua circulação, condenação e morte corriam juntas.

Agora sim. O mundo já não era tão obscuro, a cabeça não pesava, o coração não se remoía. Vovó sorria. Ele sorria. Os demônios transformavam-se em borboletas multicoloridas e anjos, muito brilhantes. “Será que vieram me buscar?” Apesar de todos o condenarem, queria ir para o céu. E por que não iria? É tradição a humanidade atribuir ao doente a culpa de seus males, fazer o inferno aqui e agora, além de garanti-lo para o amanhã, após a morte. Mas e Deus? Seria Ele assim tão mau? Incompreensível? Claro não! Até lhe enviara anjosl Com certeza o Senhor, criador dos céus e da terra, teria
piedade. Teria de ter! Afinal, tirara-lhe os pais, desolara-o e o fizera infeliz. Merecia um céu, enfim. O céu ...

Voltou-se novamente à janela, a qual enquadrava o paraíso ali, tão perto. Lembrou-se da namorada, a quem amava tanto. Ela o deixara após saber da doença. Era uma moça tão linda; olhos escuros, lábios grossos. E gostava da lua. Quando fosse para o céu, daria um jeito de lhe enviar a lua numa caixinha de presentes. Quem sabe assim voltasse para ele, quisesse ir para o céu também. Daí poderia até conhecer seus pais! Ah, como eram bons seus pais. Amava-os tanto, tanto. Enfim, depois de tanto tempo, iria os rever.

Debruçou-se novamente sobre a janela. Aquele céu prometia-lhe tantas coisas, tanta felicidade, e até estrelas. Inclinou o corpo à frente. E lá estariam seus pais e até Deus, os quais não o condenariam, o deixariam paz. As mãos deslizaram. Só que dessa vez não foi em falso. Ele foi atrás de seu céu, e seus anjos o seguiram. Era uma noite muito, muito serena.

15/12/08 por Fabio

   



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Comentários

  1. Boa noite eu gostaria de receber uma redação em forma de dissertação com tema relacionado caixa econômica federal. é possível ficaria muito grato.

    orsimar alves

    25/01/14

  2. Bom dia eu gostaria de receber redacoes sobre problemas em sala de aula , crianca escola obrigada

    luciane soares

    22/01/14

  3. Por gentileza, gostaria muitissimo de receber redações modelo prontas de variados temas no meu email. obrigado pela atençãoadriane 17 01 2014

    adriane de oliveira

    17/01/14

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