Benefícios e malefícios da injeção anticoncepcional

Mulher com dúvida
O uso de métodos contraceptivos já faz parte do dia a dia feminino. Hoje, como muitas mulheres colocam a carreira e outros assuntos à frente da maternidade, elas não querem correr o risco de uma gravidez indesejada. Para isso, elas apostam nos mais variados tipos de medicamentos, cuja finalidade é justamente impedir a fecundação do óvulo com o espermatozóide.

Um dos mais usados é a pílula anticoncepcional. A fácil acessibilidade e seu alto índice de eficiência são alguns dos motivos pelos quais ela é a mais comum. Entretanto, para garantir um bom resultado, seu uso deve ser diário. Caso falhe um único dia e tenha uma relação com seu parceiro, a chance de você ter um filho aumenta de forma considerável.

Se você não quer correr esse risco, recomendamos a injeção anticoncepcional, que aos poucos está se popularizando entre o público feminino. Ela é perfeita para as mulheres que sempre se esquecem de tomar a pílula contraceptiva, já que sua aplicação, geralmente, é de três em três meses. Assim, ao receber o medicamento, você não precisa se preocupar com cartelas, horários e outros fatores que envolvem o uso do método oral.

Esta é a principal vantagem do anticoncepcional injetável, além, é claro, do seu alto nível de eficiência. As mulheres que fazem o tratamento de forma regular reduzem praticamente a zero as possibilidades de gravidez. Entretanto, apesar desses benefícios, o ideal é sempre procurar um médico antes de receber as primeiras doses, devido às complicações que ele pode causar em seu organismo.

As pacientes que fazem uso do método injetável podem apresentar ganho de peso, dores nos seios, dores nas pernas, vertigem, dor de cabaça e alterações no ciclo menstrual acompanhadas de sangramento prolongado, amenorréia e demais sintomas. A demora para retornar a fertilidade é outro ponto negativo, ou seja, mesmo depois de pararem com o uso do anticoncepcional algumas mulheres sentem dificuldade em engravidar.

Por isso, retomamos a idéia de que este tratamento precisa de um acompanhamento especializado, para amenizar os possíveis problemas. Procure o seu ginecologista, tire as suas dúvidas e veja o que ele tem a dizer sobre o assunto.

08/08/11 por Fabio

   



Mais informações por email

Comentar